4 de abril de 2016

No 58º aniversário de Cazuza ouça entrevista de 1988

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Doodle do Google em homenagem aos 58º anos do cantor Cazuza
Agenor de Miranda Araújo Neto, cujo apelido - desde que nasceu - sempre foi Cazuza, nesta segunda-feira, 4 de abril, se estivesse vivo comemoraria o seu 58º aniversário. 

Poeta, Cazuza nasceu na cidade do Rio de Janeiro e tornou-se o compositor mais admirado da música popular brasileira e um dos músicos mais conhecidos de todo o Brasil. Foi vocalista da Banda Barão Vermelho, e compôs canções até hoje admiradas, como "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Bilhetinho Azul" e "Bete Balanço".

O artista também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro. 

Entrevista 

Cazuza deu uma entrevista à apresentadora Geisa Herrera, na extinta Rádio Nacional FM do Rio em 03 de maio de 1988. Na conversa, ele fala da carreira, vida e família. 

Seu maior parceiro de composições, Roberto Frejat, musicou em 1988 a letra de "O poeta está vivo", escrita por Dulce Quental. Naquele ano, Cazuza havia recém-lançado o disco Ideologia, após voltar de um tratamento contra o vírus HIV nos EUA; doença que ele assumiria ter apenas em fevereiro de 1989. “O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou”, diz a canção, que acabou sendo lançada apenas em 1990 e se tornou uma homenagem póstuma.

Rádio Nacional do Rio de Janeiro FM - Entrevista com Cazuza (03.05.1988)
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