12 de fevereiro de 2016

Radioteatro O CAÇADOR DE ESMERALDAS, 1979

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Fernão Dias Paes Lemes, o Caçador de Esmeraldas
O radioteatro O Caçador de Esmeraldas é um original de Chico de Assis produzido pela Rádio Tupi, Difusora AM e FM e veiculada originalmente em 25 de janeiro de 1979, nas comemorações dos 425 anos da cidade de São Paulo. O trabalho é considerado um dos mais importantes da carreira de Jair Brito, um dos melhores diretores de rádio do Brasil, feito quando ele estava na Gerência de Programação da Rádio Tupi de São Paulo.

Contexto

O bandeirante Fernão Dias Paes Leme conhecido como O Caçador de Esmeraldas é o bandeirante de mais largo renome, juntamente a Antônio Raposo Tavares. Ele também detém o maior número de expedições desbravando os nossos sertões desde 1638 quando integrou a bandeira de Raposo Tavares, alargando fronteiras e abrindo os caminhos em direção ao Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Em 1671 recebeu ordens do governador Afonso Furtado de Castro para penetrar no sertão em busca das esmeraldas da serra de Sabarabuçu, MG, e depois de 3 anos, quando já tinha 66 anos de idade, iniciou sua marcha para localizar aquelas pedras. Foram 7 anos embrenhado nas matas comandando 600 homens – a maioria índios.

A bandeira de Paes Leme atrás das esmeraldas, além de verdadeira, é uma das mais fascinantes aventuras registradas no período do Brasil colônia.
E foi esta epopéia vivida por ele que serviu de tema central da exuberante produção O Caçador de Esmeraldas. Um dos pontos alto da trama é quando Fernão Dias Paes Leme manda enforcar um de seus dois filhos, ambos estavam na expedição e um deles liderou uma sublevação.
 
Participação

Entre os artistas que contracenaram na radiofonização de O Caçador de Esmearldas estão: Rodolfo Mayer, Paulo Goulart, Jayme Barcelos, Carlos Alberto Ricceli, Lia Aguiar, Ednei Geovanazzi, César Monteclaro, Lia de Aguiar, Lilian Lemmertz, Bruna Lombardi, Beth Goulart e vários outros.

Ouça a peça de radioteatro O Caçador de Esmeraldas veiculada na Rádio Tupi de São Paulo (1979)

11 de fevereiro de 2016

Mara Régia é finalista da categoria âncora de rádio da 11ª edição do Troféu Mulher Imprensa

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Mara Régia fala sobre papel da mulher na sociedade há quase 35 anos. 
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

   A jornalista Mara Régia di Perna está entre as 5 finalistas da categoria âncora de rádio da 11ª edição do Troféu Mulher Imprensa.  Ao lado de Gilda Soares, da Rádio Espírito Santo; Kátia Pereira, da Rádio Itatiaia; Madeleine Lacsko, da Jovem Pan; e Tânia Moralles, da CBN; ela concorre como âncora da Rádio Nacional da Amazônia, onde apresenta os programas Natureza Viva e Vivia Maria.  
   Na região amazônica, quando o assunto é o feminismo, mobilização de mulheres e a relação entre o feminino e o meio ambiente, a jornalista é referencia. Empunhando um microfone dos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia, em Brasília, sua voz chega aos recantos mais longínquos do país levando consciência de gênero e sensibilizando pela cidadania feminina. 
   Ainda na década de 1980, na ressaca da ditadura militar Mara mobilizou milhares de mulheres na luta pela garantia dos seus direitos. Assim, a Rádio Nacional de Brasília AM e posteriormente a Rádio Nacional da Amazônia, com o programa Viva Maria, no ar desde setembro de 1981, se transformaram em caixa de ressonância para o movimento de mulheres da capital federal.  
   Na condução do Natureza Viva desde a década de 1990, o programa é um espaço de debate das questões ligadas ao meio ambiente e o feminino. Mara também discute assunto que vão ao encontro dos interesses das lideranças rurais da Amazônia, como ribeirinhos, pescadores, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu, trabalhadores extrativistas, indígenas, associação de jovens e de mulheres, além de dicas para preservação do meio ambiente.
   Para conhecer mais o trabalho da radialista acesse o perfil - Radioapaixonada: conheça a valorosa trajetória da jornalista Mara Régia di Perna, disponível em: http://vivamarianacional.blogspot.com.br/2015/09/radioapaixonada-conheca-valorosa_22.html.

Votação

   As finalistas foram escolhidas por um júri de excelência - composto por cerca de 60 profissionais de relevância no mercado brasileiro, que cobrem ou têm pleno conhecimento da mídia na qual votaram - indicaram, por livre escolha, três mulheres que tiveram destaque em 2015, na sua opinião, em cada uma das 17 categorias listadas.
   O rádio conta ainda com outras 10 mulheres concorrendo como repórter e comentarista ou colunista.  A votação popular acontece de 5 de fevereiro a 5 de março de 2016 pelo endereço eletrônico:  http://www.portalimprensa.com.br/trofeumulherimprensa/11edicao/votacao_radiojornalismo.asp

3 de fevereiro de 2016

Blog com a história da radialista Heleninha Bortone entra no ar neste sábado

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Encontro com Tia Leninha 
resgata trajetória da radialista
    O blog Encontro com Tia Leninha entra no ar neste sábado, 06, com o objetivo de resgatar a trajetória da radialista Heleninha Bortone e tornar acessível algumas das suas produções no rádio. A página na internet vai contar com programas, radionovelas, fotografias, entrevistas, entre outros materiais que ajudam a contar a história da Tia Leninha, como ela ficou conhecida.
    O nome Encontro com Tia Leninha é um homônimo do primeiro programa apresentado por Heleninha Bortone na Rádio Nacional da Amazônia. Dedicado ao universo infantojuvenil, esse programa estreou em 12 de fevereiro de 1979 e ficou no ar por 20 anos, até 1999. 
   O dia 6 de fevereiro também é uma data marcante na história de Tia Leninha, esse foi o dia que ela nasceu, em Marília (SP), no ano de 1953. E para celebrar esta data nada mais justo do que prestar essa homenagem a radialista com um blog que conta a sua história.
 Para visitar o blog é só acessar: encontrocomtialeninha.blogspot.com e navegar por momentos marcantes da trajetória de Heleninha Bortone na Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional de Brasil, emissoras EBC.
   Além do Encontro com Tia Leninha, na Rádio Nacional da Amazônia, que também foi para a Rádio Nacional de Brasília, na década seguinte.  Heleninha também trabalhou na TV Nacional, com o programa A Turma da Tia Leninha e depois o Ciranda Nacional, na Rádio Nacional da Amazônia.
Quando Heleninha faleceu em 26 de junho de 2008, ela apresentava os programas Pra Lá de Bom e Espaço Arte, nas rádios Nacional da Amazônia e Nacional de Brasília respectivamente. 
Ouça entrevista de divulgação do blog Encontro com Tia Leninha, no programa Ponto de Encontro, da Rádio Nacional da Amazônia, em 21 de janeiro de 2016.
Mara Régia, no programa Natureza Viva, conversou com a produtora Beth Diniz,  sobre o projeto de resgate da memória da Tia Leninha (24.01.2016).
 

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