26 de junho de 2012

Tia Heleninha - a melhor lembrança, a maior saudade

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Atualização ás 12:30, com gravação do programa Ponto de Encontro.

Heleninha Bortone, durante quase três décadas povou a imaginação das crianças com suas histórias nos programas Encontro com a Tia Leninha e Ciranda Nacional



Há exatos quatro anos Helena Ardito Bortone fez a sua passagem. Conhecida na Amazônia e em todo o Brasil como Tia Heleninha, ela estreou na Rádio Nacional da Amazônia, em 12 de fevereiro de 1979, quando começou a apresentar o programa "Encontro com a Tia Heleninha", que na década seguinte também seria veiculado pela Rádio Nacional de Brasília AM.
Heleninha também trabalhou na TV Nacional, onde  apresentou o programa "A Turma da Tia Heleninha".
Na Rádio Nacional da Amazônia apresentou ainda o programa "Ciranda Nacional" que seguia o mesmo molde do "Encontro com a Tia Heleninha", em 2008 quando veio a falecer Heleninha apresentava os programas Pra Lá de Bom e Espaço Arte, na Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional de Brasília, respectivamente. 
Para conhecer mais a trajetória de Heleninha e conhecer um pouco mais do seu trabalho click no link: As Eternas Histórias de Tia Heleninha. 
No embalo da saudade de Tia Heleninha deixo uma crônica que escrevi em sua homenagem.   
Crônica - Tia Heleninha, a melhor lembrança, a maior saudade.
Nesta terça-feira 26/06, a locutora Sula Sevilles conversou com a também locutora Mara Régia di Pena, no Programa Ponto de Encontro, e prestaram uma homenagem a Tia Heleninha. Na conversa Mara faz referência ao blog natrilhadoradio.
 





22 de junho de 2012

Rádio Nacional da Amazônia na Rio + 20

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      O interior do Brasil acompanha os debates que integram a Rio + 20 por meio da cobertura especial feita pela Rádio Nacional da Amazônia direta do Rio de Janeiro, entre os dias 18 e 22 de junho de 2012. 
Leandro Martins, Mara Régia e Juliana Maya em frente a cabine móvel da EBC, na Rio +20
           Com suas transmissões nas faixas de 25 e 49 metros e nas frequências 11.780 KHz e 6.180KHz respectivamente, a Rádio Nacional da Amazônia leva seu sinal aos recantos mais longínquos do Brasil e durante o período em que o mundo dirige os olhos para o Rio de Janeiro, onde acontece um dos eventos mais importante do planeta sobre Meio Ambiente das ultimas décadas, a emissora cumpre seu papel de democratizar o acesso informação ao levar aos ouvintes as principais discussões da Rio + 20.  
         Durante uma semana os programas Amazônia Brasileira, Jornal da Amazônia e Panorama Rio + 20, que foi criado para ser veiculado nesse período, apresentaram os principais temas que foram pautas ao longo do dia. Além disso, foram veiculados flashes que entraram no ar ao longo da programação.
     O programa Amazônia Brasileira apresentado pela jornalista Beth Begonha, desde 2003, diariamente leva ao ar informações de interesse das comunidades ribeirinhas, povos indígenas, entre outros. Ao longo da semana o programa recebeu vários convidados para participar dos debates sobre os temas que são destaques na Rio + 20, dentre eles Denise Viola, do programa Rádio Sociedade levado ao ar pela Rádio MEC AM do Rio de Janeiro, que junto com Beth Begonha apresentou o programa. Nos três primeiros dias o Amazônia Brasileira foi apresentado da Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo e nos dois últimos dias as transmissões aconteceram da Cúpula dos Chefes de Estados, no Riocentro.

Acompanhe o programa Amazônia Brasileira apresentado direto do Rio de Janeiro em 19 de junho de 2012. 
     

Integrado a cobertura feita para o Norte brasileiro, pelo Jornal da Amazônia estavam os repórteres Juliana Maya e Bianca Paiva, da Rádio Nacional da Amazônia, e Leandro Martins, da Rádio Nacional de Brasília. O Jornal da Amazônia foi criado em 14 de junho de 2004 e é considerado o primeiro jornal do rádio brasileiro com informações exclusiva da Amazônia, o programa tem duas edições diárias de 15 minutos, sendo levado ao ar ás 12h20min e ás 18h45min.

Acompanhe aqui o segunda edição do programa Jornal da Amazônia veiculada no dia 20 de junho de 2012. 
      
Dentro da cobertura da Rio + 20, a EBC criou o programa Panorama Rio + 20, que diariamente deu um panorama do que estava sendo discutido no evento através de suas transmissões pela Rádio Nacional da Amazônia, Rádio Nacional do Rio Janeiro, Rádios MEC AM e FM e pela Rádio Nacional do Alto Solimões, que esteve representada no Rio de Janeiro pela jornalista Regina Rabelo. O programa foi apresentado pela jornalista Mara Régia de Perna, Neise Maçal e Chico Teixeira, que também coordenou toda a equipe que participou da cobertura.

Acompanhe a primeira edição do programa Panorama Rio + 20 veiculado em 18 de junho de 2012.
   

Histórias e Personagens do Tocantins na Rio + 20     



   Lideranças populares de diferentes regiões do Brasil e do mundo se encontraram na Cúpula dos Povos, evento paralelo a Rio + 20. Do Tocantins, as quebradeiras de coco babaçu da região do Bico do Papagaio tiveram que acompanhar as discussões de longe pelo Rádio ou televisão por não terem verbas para irem até o Rio de Janeiro.     Já os índios da etnia Xerente do estado do Tocantins marcaram presença na grande aldeia Carioca que se instalou em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Nessa aldeia se encontraram representantes de cerca de 14 etnias de índios brasileiros, além de indígenas do Peru, Estados Unidos, Filipinas, Venezuela e Equador.

Juliana Maya, repórter da Rádio Nacional da Amazônia e Marí Sabadí, membro do povos Xerente do Tocantins em um momento de interação e compartilhamento de culturas.
Em meio à diversidade de cultura, povos e histórias, a jornalista Juliana Maya, da Rádio Nacional da Amazônia encontrou Marí Sabadí, do povo Xerente do Tocantins. Marí, com 85 anos é a segunda representante mais velha do seu povo e para chegar até o Rio teve que viajar quatro dias, o que pode ser considerado pouco tempo se comparado com a primeira vez em que foi a cidade.
Quando criança, na década de 30, Marí saiu com seu pai, do Tocantins, então Norte de Goiás, a pé e foram até o Rio de Janeiro na época capital do Brasil, em uma viagem que durou um ano de ida e outro de volta. Os Xerentes foram  até a capital federal para reivindicar dos governantes ferramentas e instrumentos que pudessem melhorar suas vidas no Tocantins. 
Enquanto estiveram no Rio de Janeiro, pela primeira vez os Xerentes se encontraram com Marechal Rondon, e o pai de Marí quis lhe dar para o indigenista, mas Marí contou que chorou muito e o pai desistiu.
De Marí, Juliana Maia recebeu o batismo indígena e passou a ser chamada de Sibaka-di, garça branca na língua do povo Xerente, forma como assinou sua participação no Jornal da Amazônia de 19 de junho de 2012.


Participação de Juliana Maya no Jornal da Amazônia em 19 de junho de 2012 em que assina a matéria com o nome indígena.

15 de junho de 2012

Há 50 anos o Brasil conquistou o bicampeonato mundial no Chile

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Seleção Brasileira, 1962
Em 17 de junho de 1962 teve inicio a sétima edição da copa mundial de futebol da FIFA, onde o Brasil se consagra bicampeão mundial. Na Copa do Chile houve um novo recorde de inscrições.
Cinqüenta e seis países se inscreveram para disputar as 14 vagas do Mundial. O Brasil, como país campeão, e o Chile, como anfitrião, estavam automaticamente classificados.
O Brasil ficou no grupo 3, com México, Espanha e Tchecoslováquia. A surpresa ficou por conta da desclassificação da França, terceira colocada no mundial da Suécia.
Na Europa, o futebol se tornara um esporte cada vez mais físico, mas a técnica ainda prevalecia entre os jogadores sul-americanos.   
A edição teve duas grandes goleadas: Iugoslávia 5 x 0 Colômbia e Hungria 6 x 1 Bulgária, além do empate com o maior número de gols em Copas: União Soviética 4 x 4 Colômbia. A copa contou com grandes jogadores, como Djalma Santos, Vavá, Amarildo e Garrincha do Brasil, Viliam Schrojf e Josef Masopust da Tchecoslováquia eKarl-Heinz Schnellinger e Uwe Seeler da Alemanha Ocidental.
A grande campeã desta copa foi a Seleção Brasileira de Futebol que, como campeã da Copa anterior de 1958, não havia participado das eliminatórias pois já tinha vaga garantida. A seleção contou com muitos jogadores da Copa da Suécia, como Gilmar, Djalma Santos, Nílton Santos, Didi, Zagallo, Vavá, Pepe, Zito, Garrincha e Pelé. Na primeira partida do Brasil, o jogador Pelé, que neste ano viria a ser campeão mundial pelo Santos FC, marcou seu primeiro gol, mas se contundiu, não podendo continuar no campeonato; a partir deste ocorrido, muitos dizem que esta foi a "Copa de Garrincha", considerado pela maioria como o melhor jogador da Copa e o principal responsável pela conquista brasileira.
A final da Copa do Mundo FIFA de 1962 foi disputada pela Tchecoslováquia, que havia eliminado a Iugoslávia e a Hungria; e o Brasil, que havia eliminado o Chile e a Inglaterra. A partida foi realizada em 7 de julho às 14h30min, Estádio Nacional de Chile, com um público estimado em 68 679 pessoas. Sob o apito do árbitro soviético Nikolay Latyshev, Josef Masopust abriu o placar aos 15 minutos, porém, 2 minutos depois,Amarildo empata o jogo, que termina o primeiro tempo no 1 a 1.

Aos 24 minutos do segundo tempo, Zito vira o jogo para a equipe brasileira eVavá, 9 minutos depois, amplia a diferença, fechando o placar em 3 x 1. O capitão Mauro Ramos de Oliveira ergueu a taça Jules Rimet e o segundo título do Brasil com Copas do Mundo.  
Conheça a história da Copa do Mundo de 1962 apresentada pelas Rádios BBC Brasil, Rádio Bandeirantes de São Paulo e pela Rádio Jovem Pan. 
                             
A Rádio Jovem Pan de São Paulo, no programa Rádio ao Vivo, apresentou em 2007 uma série de programas sobre os fatos que marcaram os anos 60, dentre os destaques estava a Copa do Mundo de 1962, em que o Brasil se consagrou bicampeão mundial de futebol. Na apresentação José Menegatti. 
                           
Em 2010 o programa Memória, da Rádio Bandeirantes levou ao ar uma série de sobre a história das Copas do Mundo. No quinto programa Milton Parron destacou os fatos que marcarm a Copa de 1962 no Chile.
 
Rádio BBC Brasil, em 2012, Ricardo Acampora narrou á história do bicampeonato brasileiro.
                                                                       

O basteão da cultura popular, Ariano Suassuna comple 85 anos

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Ariano Suassuna, o basteão da cultura popular brasileria

Um dos maioresdramaturgos brasileiros, amante da cultura popular, Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa (PE) no dia 16 de junho de 1927. Tinha um ano quando o pai deixou o governo da Paraíba e foi morar no sertão, na Fazenda Acauhan, em Taperoá.  
Na cidade Taperoá Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
Aos 15 anos  passou a viver no Recife, no ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.
Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pela peça  Auto de João da Cruz. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral. São desta época O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.
Em 1956, abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O Santo e a Porca; em 1958, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna; em 1959, A Pena e a Lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.
Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).
Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971), considerado um marco da ficção nordestina, a obra foi definido por Drummond como um romance mesmorial poema, folhetim. Escreveu ainda e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.
Seu trabalho reune elementos do Simbolismo do Barroco e da Literatura de Cordel, é no sertão que ele discute os grandes problrmas do homem. Em 1989 foi eleito para Acadêmia Brasileira de Letras.
Nos ultimos anos Suassuna se especializou em aulas espetáculos, se apresneta em teatro pelo país a fora. Sempre com bom humor delicia a platéia com seus causos, piadas, responde a perguntas e claro defende com unhas e dentes a cultura popular brasileira, e gosta de repetir, “não troco meu oxente pelo ok de ninguém”.
       Em 2007 dentro das comemorações dos 80 anos de Ariano Suassuna, a Rádio Senado produziu uma programação especial em homenagem ao escritor. O programa Autores e Livros produzido por Adele Rossi Heuse e apresentado por Margarida Patriota em 15 de junho 2007 prestou homenagem ao autor apresentando breve amostra do livro Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. O programa contou ainda com uma entrevista concedida pelo autor nos finais dos seus 79 anos à Margarida Patriota.   
Autores e Livros – Homenagem a Ariano Suassuna (15.06.2007)     
No dia do aniversário de Ariano, em 16 de junho 2007, a Rádio Senado OC levou ao ar, no quadro “Folclore, Lendas, Mitos, Causos do Brasil” apresentado no programa “O Senado é mais Brasil”, adaptação para radiodramaturgia de um trecho da peça Auto da Compadecida.   Na apresentação do quadro Marco Antônio Reis; Unaldi Vali como João Grilo, Padre e Coronel, Jozevaldo Sousa como Chicó, Tuka Villa Lobos na adaptação, roteiro, trabalhos técnicos e direção artistica. Trilha sonora Carnava na Roça, de Sa Grama, pertence ao CD Tábua de Pirulito.

No dia do aniversário de Ariano, 16 de junho 2007, a Rádio Senado OC levou ao ar, no quadro “Folclore, Lendas, Mitos, Causos do Brasil” apresentado no programa “O Senado é mais Brasil”, adaptação para radiodramaturgia de um trecho da peça Auto da Compadecida.   Na apresentação do quadro Marco Antônio Reis; Unaldi Vali como João Grilo, Padre e Coronel, Jozevaldo Sousa como Chicó, Tuka Villa Lobos na adaptação, roteiro, trabalhos técnicos e direção artistica. Trilha sonora Carnava na Roça, de Sa Grama, pertence ao CD Tábua de Pirulito. 
Folclore, Lendas, Mitos, Causos do Brasil – Adaptação do Auto da Compadecida (16.06.2007)

14 de junho de 2012

Rádio Transamérica – Legião Urbana (1992)

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“E nossa história não estará
pelo avesso assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver.
Temos muito ainda por fazer,
não olhe pra trás.
Apenas começamos”.
trecho de "Metal Contra as Nuvens"


Dentre as muitas atrações musicais que passaram pelos estúdios da Rádio Transamérica de São Paulo em 1992 esteve a Legião Urbana, que em 03 julho daquele ano se apresentou no programa Estúdio ao Vivo Transamérica.
A integra da gravação com quase duas horas (a apresentação ocupou seu horário normal e o horário do programa Rádio Escuta)   conta com os números músicas e a presença de Renato Russo (voz, baixo, violão e teclados), Serginho Serra (guitarra), Tavinho Fialho (contrabaixo elétrico), Carlos Trilha (teclado), Marcelo Bonfá (bateria), Dado Villa Lobos (guitarra), respondendo as perguntas feitas pelos ouvintes por telefone.
Durante a apresentação Renato Russo sugere ainda que os ouvintes escrevam para emissora para contar quais as músicas desejam ouvir nos shows que serão realizados pelo grupo Legião Urbana durante a turnê do álbum “V”, que começou com um Show no Clube Recriativo Sorocaba (SP), em 13 de julho de 1992.

Ingresso do Show do Legião Urbana no Clube Recreativo - Sorocaba (SP), em 11/07/1992 

Durante a apresentação são executados os seguintes números musicais: Teatro dos Vampiros; A Dança; Geração Coca-Cola; Love Song; Metal Contra as Nuvens; Vento No Litoral; Mais Do Mesmo; A Montanha Magica; Ticket To Ride; Musica Urbana 2; Acrilic On Canvas; Serenissima; Sete Cidades; Pais e Filhos; La Nuova Gioventú; Por Enquanto; Há Tempos; O Mundo Anda Tão Complicado; "Indios"; Ainda é cedo; Daniel na cova dos leões.
 
Acompanhe a integra do programa Estúdio ao Vivo  Transamérica, com o grupo Legião Urbana, em 03/07/1992. 

Nosso Ambiente – programete estréia na grade na Rádio Nacional de Brasília

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Foto: Extraida do Facebook da jornalista.
Rejane Limaverde, locutora e produtora do programete Nosso Ambiente.

     Programete sobre a pluralidade de ambientes em que a população brasileira está inserida estreou na Rádio Nacional de Brasília, na quarta-feira, 13 de junho de 2012. O programete Nosso Ambiente – plantando atitude para uma vida melhor, produzido e apresentado pela jornalista Rejane Limaverde, em sua estréia teve como tema a conferência mundial sobre o meio ambiente, a Rio + 20, que está sendo realizada no Rio de Janeiro. 

    Há 42 anos atuando como jornalista Rejane Limaverde destacou em entrevista concedida ao radialista Geovane Mota, no programa Espaço Arte, minutos antes da estréia de Nosso Ambiente, que esse é um programa que chega com o objetivo de aproximar a Rádio Nacional de Brasília dos ouvintes. “A gente faz [o programete] com cuidado, com carinho e obviamente quer abrir um espaço para que as pessoas possam interagir com a Rádio Nacional, para que a EBC chegue mais próximo do interesses da nossa comunidade. É isso que a gente quer, que a nossa emissora seja uma porta voz dessa ansiedade, das necessidades, dos desejos e de tudo que as pessoas esperam que a gente faça como canal de comunicação”, explicou.

      Dentre os quadros do programa estão:

Nosso Ambiente, repórter: em que um repórter da emissora situa o ouvinte da temática do programa.
Nosso Ambiente, entrevista: com participação de um especialista que ajuda a aprofundar a temática.
Nosso Ambiente, na boca do povo: espaço aberto para a participação da população brasileira para dar sua opinião sobre o assunto em destaque.

  O programete será veiculado três vezes ao dia ao longo da programação, no período da manhã, tarde e noite. A proposta é levar ao ar três edições semanais do programete que conta com Rejane Limaverde na produção e apresentação, e a voz de Otávio Miguel na locução das vinhetas que foram montadas por Marcos Taváres, a sonoplastia e montagem do programete é de Messias Mello.

   Os ouvintes poderão participar do programa através da Central do Ouvinte, pelos telefones  (61) 3799.5167 / 3799.5169. “Disponham desse espaço para colocar suas dúvidas, ansiedade, a sua criatividade, as coisas que incomodam, as que alegram, as conquistas e as vitórias também serão bem vindas”, convidou Rejane Limaverde.
   Acompanhe a participação de Rejane Limaverde, no programa Espaço Arte e a veiculação da primeira edição do programete “Nosso Ambiente – plantando atitude para uma vida melhor”, em 13/06/2012.

Memória

Rejane Limaverde começou sua carreira na Rádio Araripe, em sua cidade natal, Crato/CE. Na emissora Rejane apresentou o programa "Show das Dez" até 1970, na era de ouro do rádio cearense. Nessa época deixa Crato e vai para capital do estado para trabalhar na TV Ceará como apresentadora do telejornal "Dimensão Total" e do programa "Stúdio 2".
Em 1974 participa da equipe que inaugurou a TV Educativa do Ceará como apresentadora de tele-aulas de Educação Artística.   
Os Locutores Rejane Lima Verde e Luis Adriano em frente a Rádio Nacional FM (ainda na torre de TV) em 1979.
Foto: http://www.groovemix.net/index.php
  

   Em 1978, mais uma vez a jornalista decide mudar de cidade, deixa o Ceará e vai morar em Brasília, onde convidada por Ralph Siqueira, em 1979, passa a apresentar a primeira meia hora da Voz do Brasil (Pode Executivo), que na época era gerada pela Agência Nacional.

 

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